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Eu até dia 03
http://www.expointer.rs.gov.br/2006/
É...
Escrito por Cy às 20h26
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Jorge quer casar
Há dois dias eu recebo ligações estranhas e desconhecidas no celular. Um número fixo, de Novo Hamburgo, e um celular da Vivo. Raramente atendo (em tempo: não comprem celulares Siemens, a campainha provavelmente só pode ser ouvida dentro de uma Igreja). Ontem à noite recebi a ligação do tal número de celular de novo e atendi. Era a cobrar. Curiosa, esperei, mas a pessoa do outro lado aparentemente desistiu e desligou antes que a chamada fosse completada. Liguei de volta. Não atenderam. Ignorei e esqueci.
Pouco tempo depois, vejo no telefone uma chamada não atendida do outro número misterioso, o fixo. Liguei de volta. Eis o diálogo:
- Alô - atendeu uma mulher. - Alô, de onde fala? - É da agência. - Agência?! Quê agência? - Com quem você deseja falar? - Com ninguém, me ligaram desse número e eu quero saber quem foi. É agência de quê? - Agência matrimonial... - .................. hã? - Agência matrimonial, moça. Você fez cadastro com a gente? - .................. hã? - Qual é o seu número? - Como assim qual é o meu número, vocês me ligaram, vocês devem ter aí! - Eu só posso lhe confirmar que houve uma ligação se você me disser o seu número. - Começa com 0000. - Ah sim, 0000-0000? - Isso. O que o meu telefone tá fazendo numa agência matrimonial?! - Um cliente que se cadastrou conosco preencheu a ficha com dois números, um deles é este. Acho que ele errou... - CLARO que ele errou. Posso pelo menos saber quem é o cidadão? - Jorge, da casa de vinhos. - .................. hã? - É, ele errou. Já estou retirando o seu número daqui. - Sim, faça isso. - Desculpe o incômodo.
Nisso a minha mãe, que tinha deixado a novela das 8 de lado pra acompanhar a maluquice do dia, já tava chorando de rir e chutando uma lista de "amigos" meus que poderiam ter aprontado essa (galerinha anda em baixa com a dona Bia, haha).
Dez minutos depois, outra ligação estranha, dessa vez de um celular Claro. Atendi e um homem do outro lado da linha perguntou quem era, aparentemente estranhando a minha voz. Respondi e ele em seguida pediu desculpas, era engano. Hummm...
Enquanto isso, o tal número Vivo que me liga a cobrar continua apenas dando toques, nunca completando as chamadas... Deve ser charme. Se não parar, publico o número aqui pra galera se divertir.
Ok, agora vamos às hipóteses:
1 - Jorge é um senhor bizarro que se cadastra numa agência matrimonial (eu nem sabia que essas coisas existiam mesmo!)
2 - Jorge é um senhor bizarro e bêbado (certamente vai levar a casa de vinhos à falência) que conseguiu a façanha de se cadastrar numa agência matrimonial errando o próprio número.
3 - Jorge é um senhor bizarro, bêbado e gay (pela voz de decepção do cara que ligou depois, ele só podia estar querendo ouvir um "alô" mais, hã, digamos, FORTE que o meu - Jorge perdeu um pretendente).
4 - Minha mãe está certa. Ok, confessem!
Escrito por Cy às 15h44
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Eu, zumbi
Ok, ok... A Libertadores acabou, o Inter foi campeão, todo mundo já festejou...
Aliás, parabéns aos colorados, meus pêsames aos gremistas e são-paulinos...
Eu já recebi, indexei e revisei MUITAS fotos sobre isso, já fiquei sem dormir, já troquei o dia pela noite, já esqueci de almoçar/jantar, já desisti de tentar saber onde foi parar a semana... Agora preciso de férias! Chega! Argh
Ó, mensagem do Chicano: "Sim, vejamos... cansaço, humilhação, franguice. Ok, recomendo internação urgente em boteco a base de umas 4 ou 5 doses de Polar 600ml. Por hora. Próximooo!".
Bah, amigos sem noção, hshs... E eu nem sou gremista nem colorada nem porcaria nenhuma :/
Sigam as instruções do doutor bon-vivant! Me internem! Já! hshs
Escrito por Cy às 14h17
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Dia da caça
De repente, acontece. É sempre assim. Eu olho e parece que ela se materializa na minha frente. Se torna muito clara. Meu olhar fica estagnado naquela imagem e tudo ao redor parece perder a cor. Como se brilhasse. Me chamasse. Minhas mãos tateiam ao redor e não encontro o que preciso. Num estalo, percebo que estou desarmada. Um suspiro e o inevitável pensamento: "eu não acredito...". Ela parece perceber meu despreparo. Recua. Um instante depois, volta. Faz isso duas ou três vezes, como para que me provocar. Eu aceito a provocação e fecho os olhos, uma tentativa de guardar aquela imagem e esquecê-la ao mesmo tempo. Ela permanece ali, na minha frente, dançando; instantes que parecem horas. Se a situação fosse outra, certamente sumiria em tempo recorde. Mas neste momento ela está em vantagem. O caçador está com as mãos vazias, logo, o dia é da caça. Olho de novo e ela me encara. Séria. Sombria. E então vira as costas e se vai... Corre na minha frente, se mistura à multidão e, em instantes, é como se jamais tivesse existido. Desmanchou-se. Olho ao redor, não há o que ser feito.
Eu perdi a foto de novo.
Escrito por Cy às 17h56
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Love is an accident... waiting to happen
Comprei e... Chegou!!

Agora, junto com Brilho Eterno e Amélie Poulain, completa a minha trilogia filmes-tapa-na-cara-para-pensar. Ou deixar de pensar. Enfim, doses freqüentes.
Escrito por Cy às 20h41
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Fragmentos
Ela sabe que sentirá falta, mas não sabe do quê. (...)
As fotos saem lindas, mas não significam nada. (...) Ela tem certeza de que este não é o seu mundo, mas sentirá falta mesmo assim. Como sente de todos os lugares onde esteve e não pôde permanecer. Sabe que isto faz parte da busca pelo seu lugar, mas freqüentemente não tem vontade de procurar. Comodidade, podem pensar. Que seja, ela não se importa. Mas às vezes tudo o que ela quer é ficar... Em algum lugar, com alguma vida e alguma história. (...)
Ela queria, por um momento, não precisar pensar, não precisar agir, não precisar planejar. (...) Chega de conversar, de esclarecer, de compreender. Silêncio, ela quer silêncio para olhas as coisas e as pessoas. Apenas silêncio. E apenas olhar. Pensar, eventualmente, mas sem a obrigação de chegar a alguma conclusão. Aliás, ela está descobrindo que não gosta de conclusões. Elas simbolizam um término, alguma coisa que chega ao fim. E ela gostaria que algumas coisas continuassem.
(...) Ao longe, um cântico. Uma voz que tenta soar divina, mas que a faz estremecer. Não é o seu mundo, e ela sente como se flutuasse sobre todas as coisas invisíveis.
(...) As coisas, as pessoas e os lugares; eles vêm e vão. Ela fica. E no final o que resta é uma muralha.
(18/07)
Escrito por Cy às 00h37
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Um brinde
às coisas simples.
Elas funcionam. A gente que complica.
Escrito por Cy às 01h48
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