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I'm not a toy
Quando ela acordou, viu que as amarras haviam voltado... mas agora ela podia tirá-las com um sopro.
E pela primeira vez na vida, não soube o que pensar.
Escrito por Cy às 13h14
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Obrigada (mesmo que você não faça idéia)
- Tem certeza que é isso que você quer? - perguntou ele - Tem que ser assim - sussurou ela, decidida Ele lhe passou o punhal. Ela sentiu um breve calafrio ao tocar na arma. - Você vai estar ao meu lado depois? - perguntou - Não sei. - Entendo. Ela suspirou e fixou o olhar no local indicado. - Não tenha medo - ele disse - Eu não tenho.
E com um só golpe, cortou as amarras que saíam de dentro de seus pulsos. Surpreendeu-se ao perceber que não havia sentido dor. Olhou para o lado, mas não havia mais ninguém ali. Ela sabia que seria assim. Ele era apenas algo em que ela precisava se apoiar para tomar a decisão certa. Alguém que na verdade nunca estivera ali.
Sentiu-se livre. Demais, talvez, mas ainda assim, livre.
Escrito por Cy às 15h42
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O silêncio é bom
e por isso acho que vou ficar assim por um tempo.
Escrito por Cy às 21h31
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Um chopp, por favor
Machucar. Esmagar. Destruir. Perfurar. Rasgar. Ignorar. Atropelar. Ferir. Matar. Ou simplesmente... Arrancar, jogar o chão e pisar em cima.
Há muitas maneiras de se inutilizar um coração.
Que se foda, eu sigo em frente sem ele. Brindemos.
Escrito por Cy às 13h23
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Nothing
É uma grande caixa de vidro sem portas nem janelas. Sem som, sem vento e quase sem ar. Não há paisagens ao redor, também. Vez por outra enche de sangue e em seguida esvazia novamente, sabe-se lá como. Às vezes machuca, às vezes silencia. Não importa. Quem tenta se proximar consegue apenar chegar até a fina parede de vidro, nunca ultrapassá-la. O vazio completo, absoluto...
E lá dentro, eu.
Escrito por Cy às 16h20
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Não quero mais
Alguém por favor me tire desse mundo... sério
Escrito por Cy às 17h43
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Sem rosas e sem "parabéns", por favor
Me senti uma idiota caminhando na rua com uma rosa murcha que ganhei na loja da Tim. Eu não sou lulu, não consigo gostar dessas viadagens. Não que não goste de flores, bem pelo contrário, mas essa história de oferecer rosa pra mulherada no 8 de março é muito sem sentido. Parece uma compensação pelo monte de merdas que a gente tem que agüentar dos homens o ano inteiro - como se eu desculpasse alguma coisa vinda deles. E todo ano é a mesma coisa; daqui a pouco alguma empresa puxa-saco vai entrar aqui no jornal distribuindo mais rosas pra todas as mulheres, como se tivesse agradando. E na faculdade, alguém vai fazer (mais) uma piadinha sem-graça, com certeza. Enfim, um dia de constrangimentos.
A rosa tá na água, mas não esperem que eu a leve pra casa. Não sou papai-noel, não quero um dia pra mim.
Escrito por Cy às 14h50
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Data comemorativa
Às vezes, não saber direito o que se passa pela nossa cabeça é uma dádiva. Provavelmente, uma proteção da alma contra atitudes que poderíamos nos arrepender depois. Mas acho que tem horas em que tudo o que a gente precisa é se arrepender de algo menor... Qualquer outra preocupação que ocupasse esse espaço tão ferido.
As sensações continuam passando por mim numa velocidade inacreditável, embora eu pensasse que isso acabaria logo. Bom, não dá pra negar que já é um passo, sem dúvida. Só o fato delas PASSAREM significa alguma coisa. Se ficassem, dependendo de quais fossem, seria um retrocesso. Mas isso cansa... E eu tô realmente exausta.
Ando falando muito e dizendo pouco, eu sei. Não é de propósito, nem por acaso.
Escrito por Cy às 15h05
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Come September
Her bones will ache Her mouth will shake And as the passion dies Her magic heart will break Shell fly to France Cause theres no chance No hope for Cinderella Come September
Everythings wrong Gonna be alright Come September
Her violet sky Will need to cry Cause if it doesnt rain Then everything will die She needs to heal She needs to feel Something more than tender Come September
Everything wrong Gonna be alright Come September
The souls that burn Will twist and turn and find you in the dark No matter where you run Shes made her mark But lost her spark And what shes pushing for She cant remember
Everything wrong Gonna be alright Come September
Her eyes surrender, her cry a crying shame Coming undone is she ever gonna feel the same
She will run Shes gonna drink the sun Shining just for you Instead of everyone And so it goes Shell stand alone And try not to remember Come September
Everything Wrong Gonna be alright Come September
Natalie Imbruglia (claro)
Escrito por Cy às 16h33
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Catrina na mente
Que a minha cabeça anda um furacão, não é novidade. Mas nos últimos dias a coisa tem ficado um tanto esquisita. Passo da tranquilidade ao ódio, à diversão, à tristeza, ao desprezo e à tranquilidade de novo em questão de segundos. Penso em mil alternativas pra terminar logo essa volta imensa que a minha vida tá dando, todas que não têm nada a ver com o que eu sempre acreditei, e termino sem chegar a conclusão alguma. Na falta de saber o que fazer, acabo querendo fazer tudo - e não fazendo nada. Mas o desejo permanece.
Humm, o desejo. Péssimo conselheiro. Ou não? Talvez o segredo seja se deixar levar...
Viu? Nada a ver comigo. Quem sabe não sou eu que estou mudando? Hummm...
"Nada como o sol tranformador. Nada como o sol transforma a dor em manhã" Pública
(último post "my dear diary", prometo)
Escrito por Cy às 12h09
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