BEM NESSAS..........
  Starting Today

Não dá pra ignorar alguém que faz uma canção como esta...

Starting today
I'm not gonna waste another moment
Even if I had the chance before
I would've blown it

But you took me by surprise
And you caught me just in time

Everyday
You give me reason not to walk away
I've stopped believing
That the world's going crazy
And if it is you'll save me

Starting Today
I'm not gonna worry about tomorrow
I'll wash away
All this fear that's left me feeling hollow

'Cause you make me wanna try
And you caught me just in time

Everyday
You give me reason not to walk away
I've stopped believing
I should run like crazy
'Cause if I did you'd chase me... anyway

I should've told you so many times
But I shied away
Somehow you always seem to
Be there making it easy
And you give me reason to stay... everyday

Ooh, everyday
I've stopped believing
I should run like crazy
'Cause if I did you'd chase me... anyway

You give me reason not to walk away
I've stopped believing
That the world's going crazy
And if it is you'll save me

Starting today
I'm not gonna waste another moment...

Do último CD da Natalie Imbruglia... Couting Down the Days. Recomendo, como todos os outros.



Escrito por Cy às 15h25
[]


 
  Coisas de todo dia

Não quero fazer mais nada por obrigação

Não quero precisar convencer mais ninguém

Não quero precisar do que não gosto

Não quero a responsabilidade dos outros

Não quero viver onde nada acontece

Não quero gente demais ao meu redor

Não quero a distância de quem eu gosto

Não quero parecer nada do que não sou

Não quero uma "vida social" de mentira

Não quero dar exemplo

Não quero não ter tempo pra respirar

Não quero ter que esperar pelas mudanças

Não quero mais menos

E nem listas inúteis...



Escrito por Cy às 16h44
[]


 
  Eu odeio a TIM

A ligação de maior duração da vida do meu celular aconteceu ontem, por volta das 20hs. Liguei *144 para falar com algum atendente da TIM e saber porque cargas d'água eles tavam me acusando de ter pego aquele maldito crédito especial se eu estou há semanas tentando e nunca consigo. Fiquei 33 minutos esperando.

Vou repetir: 33 minutos esperando. Mais de meia hora.

Peguei três conduções, fui da faculdade até a esquina de casa com o celular grudado no ouvido esperando. As pessoas ao meu redor olhavam curiosas, sem entender por que a doida não tirava o telefone da orelha, mas também não falava com ninguém. Quando viam meu olhar de ódio profundo, paravam de olhar rapidamente. Mas eu estava disposta a não dar o braço a torcer.

Há pouco mais de um ano isso aconteceu pela primeira vez: liguei praqueles filhos da puta pra saber por que meu celular não completava uma ligação e me deixaram 16 minutos esperando. Eu não desliguei - minha bateria acabou. Fui pra internet na mesma hora e mandei um email caprichado, como vocês podem imaginar. Naquela época a TIM, uma empresa relativamente nova, ainda dava bola para as reclamações dos seus clientes otários e me respondeu pedindo mil desculpas.

Ontem não, prometi pra mim mesma que ia ficar na linha até um coitado qualquer me atender - sim, porque o cara que me atendesse ia ser muito coitado, ah ia. Quando fechou 33 minutos, no entanto, eu resolvi desligar, temerosa de que nunca mais conseguisse tirar todo aquele ódio de mim. Sério. Tive 50 fantasias de como acabar com essa empresa maldita, de que ia cortar meu chip em mil pedacinhos e enviar pelo Correio pro presidente dessa bosta, de que algum terrorista abençoado explodisse a matriz da empresa, enfim... Fiquei realmente perigosa.

E pra provar, fotografei o visor do meu telefone mostrando a duração da ligação. Não me liguem, quero deixar isso registrado no aparelho. Vou pensar muito sobre o que fazer com isso. Uma coisa, pelo menos, posso garantir: as musiquinhas de espera têm fim, sim. Ouvi a da TIM recomeçar muitas vezes, ontem.



Escrito por Cy às 14h01
[]


 
  Participação especial - parte 1

Que saco. Entrevistei o Marcelo D2 no final de março e o jornal deu espaço pra meia dúzia de perguntas, só. E mesmo assim, com resposta editada. Agora eu abro a Época e vejo outra entrevista dele (meia dúzia de perguntas também) com respostas que só eu tinha... Quer dizer, claro que o jornal aproveitou só o que o público alvo do caderno adolescente queria saber, mas tinha tanta coisa interessante... Agora, só de raiva, publico a entrevista aqui, na íntegra. Não adianta ter exclusividade quando não se tem espaço pra ela.

Entrevista com Marcelo D2 dia 30/03/2005

Tava na França até semana passada, né? Fazendo show?

Esse ano a gente tá investindo na Europa pra caramba, na França foi matador, depois do show aí a gente vai direto pra Londres, em maio também... O disco tá indo bem lá, esse ano eu vou dar uma trabalhada lá, já começamos, e começou bem.

Essa tua investida na Europa vai ter alguma influência nos shows daqui pra frente?

Com certeza, porque a gente, por incrível que pareça, toca mais samba quando vai lá pra fora. Essa minha investida do rap no samba, cada vez mais, é uma coisa que tá acontecendo agora. Ontem a gente tava tocando no Big Brother lá e a gente tava falando nisso; a gente tocou o programa inteiro, nos intervalos ficava tocando pra galera, e era uma coisa que a gente tava falando ontem, a galera tá com uma vibe muito boa, estamos num momento muito bom. A gente tá tocando há um tempo junto já então os músicos que são bons juntos já tocam mais relaxados... A gente tá num momento mais como banda mesmo, não é só o Marcelo D2 ali na frente e os caras tocando lá atrás, essa confiança toda é muito boa.

Nos teus shows tem uma parte muito esperada, que é quando tu toca Loadeando e chama uma fã porque o Stephan não pode ir contigo aos shows. Isso tá virando tradição já, as fãs decoraram a música antes esperando ser chamada no show. Quando é que começou essa história?

Começou do nada, asssim... A música tava fazendo bastante sucesso, eu não tinha o Stephan pra cantar comigo e resolvi chamar uma menina que tava na frente do palco que eu já tinha visto em alguns shows e achei que ela cantasse. E por incrível que pareça ela não sabia a letra toda, ela errou e tal, não deu certo muito nessa primeira não. Aí como foi divertido trazer uma pessoa da platéia pra cantar isso acabou virando aquela rotina em todos os shows. Acho que tem mais de um ano que eu tô fazedo isso e isso acabou se espalhando, então todas as pessoas estão esperando, "ele vai chamar em Loadeando" e tal, algumas pessoas ficam fazendo cartazes "Me chama, me chama em Loadeando!". (risos) Isso é muito engraçado, cara. Às vezes dá super certo, mas às vezes dá errado, sobem umas meninas que não sabem cantar nada, só sobem pra subir mesmo, é muito engraçado. Mas mesmo quando dá errado, quando as meninas não cantam certo e tal, rola legal porque é um momento em que pelo menos tá trocando um pouco de carinho, sei lá, alguma coisa bacana.

Há dois anos você percorre o país com o disco À Procura da Batida Perfeita, e no entanto seus shows continuam atraindo um grande número de pessoas, ou seja, ao contrário do que acontecem com alguns artistas, o seu público não cansa, permanece cada vez mais fiel. Você já tem projetos para um novo disco?

Hoje (dia 30/03) eu tô começando a fazer meu disco novo, À Procura da Batida Perfeita Volume 2. Hoje é o primeiro dia, às sete horas da noite a gente tá entrando em estúdio... Essa coisa de estar há dois anos, na verdade eu tô há dois anos com o À Procura mas teve o acústico no meio, e tem a banda... Eu tô sempre mudando a banda, os meus produtores ficam até meio malucos comigo falando "puta merda, quem é que vai nessa viagem?". Essa banda que tá agora é a que eu montei pra ir "pra gringa" e a gente resolveu fazer Porto Alegre assim porque eu tô a fim de fazer o acústico depois com toda a banda e tal.

Agora nesse disco 2 que tu tá começando a preparar vai ter mais dessa mistura de hip-hop com samba, vai ter mais alguma coisa de novidade? Me conta um pouco desse projeto novo.

Cara, assim... É uma incógnita pra mim também porque eu tô começando hoje no estúdio, acho que tem bastante coisa, mas não sei cara, vai ser bem parecido com esse À Procura Volume 1 aí. Eu até resolvi chamar de Volume 2 porque algumas coisas que sobraram do outro que eu não tive tempo de trabalhar, tem uma coisa nova assim que é eu tô pegando música de todos os escritores de todas as partes do Brasil assim... Tem até daí, do Da Guedes, que me mandou umas bases e eu tô começando a aprontar a música deles também.

Você sempre fez questão de dizer que a sua relação com os integrantes do Planet Hemp continua na boa, que a banda não acabou, que havia "tirado umas férias", simplesmente. Vocês já voltaram a fazer projetos para retomar a banda, ou isso é um assunto que ainda deve esperar mais um pouco?

A gente tá mixando o Usuário, que esse ano faz dez anos que saiu, e vai relançar ele remixado e no final do ano a gente deve entrar... Esse meu disco solo novo não devo fazer uma turnê muito grande que nem foi desse não, sabe? Vou só lançar o disco mesmo, fazer os lançamentos, capitais e tal, e dar uma parada e no final do ano a gente vai fazer o Planet.

Depois do sucesso de À Procura da Batida Perfeita, parece que a imagem daquele D2 que falava tão abertamente de drogas e por isso era tão polêmico foi amenizada; teu disco fala muito de amor, de amizade. Hoje já tem gente que diz que adora o D2, mas detesta o Planet Hemp. Você acha que o seu público ficou mais eclético?

Acho que o público tá mais acessível mesmo, o Planet é uma banda mais pesada, é rock, não é todo mundo que gosta, é um som mais... Mais tapa na cara mesmo... Eu acho que é normal, assim... Também, depois de dez anos as pessoas começaram a entender as coisas que eu tava falando.

Quando eu tava preparando a tua entrevista, falava com alguns fãs, perguntava "quer fazer uma pergunta pro D2?", e teve um cara que me disse assim "pergunta pra ele qualé que é, porque ele diz domingo no Faustão, terça-feira na Hebe, mas eu ligo a TV e ele tá no Faustão". Tu acha que o sucesso acabou sendo tanto que tu teve que levar só pelo lado profissional, aceitar como mais um trabalho? Como é que foi essa escolha de se apresentar nos lugares que antes tu não ia?

É, quando eu comecei a preparar as letras eu tive a oportunidade, assim... Não me comparando com ninguém nem me achando melhor ou pior, mas eu acho que as minhas letras e as minhas músicas têm uma coisa cultural que é muito boa de passar pras pessoas, sabe? Eu tô falando ali de amor, de amizade, tô levando o samba, no momento em que o rap não tinha ninguém nesse meio. Eu vi que era o momento em que ou eu entrava ou eu continuava ninguém! Mas você pode responder pra ele numa resposta curta: fala pra ele que eu sou lobo em pele de cordeiro, pode ficar tranqüilo! (risos)



Escrito por Cy às 18h43
[]


 
  Participação especial - parte 2

Continuação...

Como você trata hoje as questões que lhe fazem sobre as drogas? Tem horas em que enche o saco ouvir as mesmas perguntas sobre isso ou você acha esse é um assunto que quanto mais discussões houver, melhor? Eu acho que quanto mais discussão tiver, melhor cara, eu sou a favor da discussão. Eu sou aberto e isso não me enche o saco não, às vezes as pessoas pensam "ah, ele deve estar de saco cheio de falar de maconha, de droga", mas não, cara, não porque eu sou um cara esclarecido pra caramba por isso, nesse assunto. Não tenho nenhum tipo de preconceito, "ah, não posso ficar falando muito", acho que tem que se falar mesmo porque é uma questão muito mais de saúde do que de polícia, então acho que as pessoas tinham que começar a tratar isso como um assunto interessante, e não com aquele preconceito todo.

Você acha que a tua carreira e do Planet contribuiu de alguma forma para diminuir o preconceito sobre o usuário de maconha que era visto como marginal?

Lógico, o Planet tem dois discos de plantina e dois discos de ouro, então tem muita gente comprando, muita gente falando sobre esse assunto. Até a própria prisão da gente foi um momento assim... eu acho que na história do debate sobre drogas, o momento em que a gente foi preso foi um momento crucial assim, todo mundo começou a pensar de uma outra maneira, sei lá, "pô, não, peraí, os caras tão só falando, por que os caras tão presos?".

Então falando sobre drogas, o tabaco, na origem, é uma erva natural que não faz tanto mal quanto o cigarro em si, que é uma grande mistura de produtos tóxicos que matam. Você não acha que, se a maconha for legalizada e industrializada, pode acontecer a mesma coisa? De repente ela deixa de ser tão natural porque a indústria também põe um monte de merda...

Cara, eu acho sim cara, mas eu acho que é muito pior... Aí quem quiser vai lá e fuma, tá ligado? Acho que é muito pior, cara, por exemplo, no Rio de Janeiro, a maneira que tá aqui a situação do tráfico, da violência e da guerra, tá ligado? Aqui no Rio de Janeiro é uma guerra civil, cara, não tem um bairro no Rio que você não ouça tiro todo dia, todo dia tem tiro, todo tá morrendo não sei quantos, isso eu acho um absurdo. Se vai legalizar e vão botar isso... Pô, se legalizar a gente vai poder plantar em casa, quem fuma, sabe? Aí pô, seu tu vai querer comprar um baseado da Souza Cruz ou da Coca-Cola ou sei lá de quem for fazer, aí tu vai lá e compra, mas aí é uma opção, o cara tem uma escolha, você vai estar se matando se você quiser. E não vai ter aquele peso de tiroteio e aquela coisa toda... É uma coisa que, quem vai fumar um baseado, principalmente a maconha, não busca isso, tá ligado, não busca. Quem vai fumar, a maioria é tranqüilo, sossegado, quer fumar pra sei lá, pra viajar, ver a planta, ouvir um som e tal, não sei o quê, não precisa passar por isso, por tiro, por morte, por polícia, bandido, ah, isso tudo é muito pesado.

Todo mundo percebeu que você continua falando sobre drogas, mas já não de maneira tão incisiva (as músicas do CD solo não falam só sobre isso, ao contrário do Planet, em que isso era assunto principal). Isso tem a ver simplesmente com o perfil do disco solo ou o D2 que é pai e que está vendo os filhos crescerem anda pegando leve por causa deles?

Cara, assim, se tu for ver realmente os discos do Planet, o primeiro é focado nisso, o segundo é focado em liberdade de expressão, falava de maconha também, mas Os Cães Ladram e até a própria Queimando Tudo, é uma forma da gente estar falando que a gente vai levar as coisas até as últimas conseqüências, sabe, "eu continuo queimando tudo até a última ponta" e tal. Eu acho qeu cada disco é um disco. Ia ser muito chato se eu ficasse regravando que nem porrada de artista faz, ficasse regravando Legalize Já: agora Legalize Já é rap com samba, agora Legalize Já é hardcore, agora Legalize Já é reggae, porra... Isso é um saco, eu tenho muito mais pra falar do que só ficar falando essa palavra. Eu acho que até se você falar de amor, de amizade, de tudo isso, eu tô contribuindo com o assunto de profundidade. As pessoas tão vendo que é um cara que fuma maconha, o maconheiro mais famoso do Brasil que também é pai, também tem amor no coração, isso tudo eu acho maneiro.

Quais são as preocupações do Marcelo D2 pai com a educação dos filhos; principalmente com o Stephan, que está se tornando adolescente? Você costuma ter aquelas conversas de pai com eles? Como você trata assuntos mais pesados em casa?

Costumo, eu sento com ele e falo "senta aqui que a gente vai ter uma conversa de homem pra homem" (risos). Lógico! Tenho que cuidar dele. Mas esse lance, acho que o principal pro Stephan, o principal pros meus filhos é que eu quero que eles tenham muita cultura. O que eu me preocupo com ele é que ele estude, mas não aquele estudo clássico, básico, eu quero que eles se encham de cultura, é isso.

Desde que Loadeando virou sucesso, parece que o seu filho Stephan não tem mais sossego: todo mundo quer saber se ele vai seguir carreira, se gostou de cantar com o pai, se pretende gravar de novo... Mas em casa, como foi a reação dele ao perceber que, de repente, era famoso? Dá para perceber que, mesmo sendo tímido, o Stephan está mais aberto a perguntas, responde melhor, fala mais...

Sim, ele tá começando a descobrir. Eu também era muito tímido quando tinha a idade dele, era exatamente igual a ele. E comecei a descobrir o mundo também, ver as pessoas e tal... Ele é muito tranqüilo, cara, além de tímido, acima disso, ele é muito tranqüilo, sossegado pra caramba, na dele... As pessoas chegam em cima dele gritando e tal e ele fica na dele, olha, ouve e tal, dá aquela balançadinha de ombro tipo "tô nem aí", tá ligado? Acho maneiro, ele tá tranqüilo, cara.

Tu disse que a iniciativa de fazer essa gravação surgiu dele, tu viu que ele tava começando a fazer umas rimas, cantando... Tu acha que ele pode te surpreender fazer outra música de repente ou vocês já conversaram sobre isso?

Ele gravou agora com o muleque... acho que a Warner vai lançar... Tony Mariano, Di Menor. Já ouvu falar nesse muleque? Então, o disco com esse muleque e gravou uma rima lá sem eu, foi lá sozinho e fez a parada, achei "classe A" pra caramba. Agora se ele vai seguir ou não sei lá, isso daí ele que vai saber, vou botar pressão nele não. Se ele virar pra mim e falar "pai, tenho umas rimas aqui e quero gravar" eu ajudo ele, já ajudei ele dando computador e um toca-discos... Então agora daqui pra frente é com ele. Ele tem aula de cavaquinho, tem aula de música no colégio, agora o que ele vai fazer mesmo ainda é muito novo, muito novo pra botar essa pressão "o muleque vai ser músico", aí vai virar um Sandy & Júnior da vida, sabe qual é?, que depois não tem mais opção na vida, tá ligado? Tipo é uma dupla que, porra cara, os muleque fazem música desde criança então agora eles têm que ser músico pro resto da vida... Pô, sei lá, eu adoro fazer música, mas no momento em que eu achar que tá me enchendo o saco eu tenho coragem de virar pro outro lado e fazer outra parada da minha vida. Acho que isso é a coisa mais importante na minha vida não, a coisa mais importante é a minha vida.



Escrito por Cy às 18h41
[]


 
  Só olhando...

Cansei de ir atrás de alguma coisa com a minha cara, então vou retomar essa bichera com um template simples. Pronto. Não tou precisando de mais uma coisa pra me dar problema, mesmo.

- - - - - - - - -

Ando tendo a sensação de que o mundo acontece sem mim... Eu fico só na platéia, sem pipoca e sem bebida, assistindo tudo mudar, tudo correr, tudo sair de fininho... Queria participar também, saco. Nem que fosse pra me sentir menos robô. Mas a vida, por mais diferente que seja todo dia, me parece uma maldita e interminável rotina. Dormir pra quê, se o dia seguinte vai ser igual? Correr atrás pra quê, se ultimamente tudo anda escapando de mim? As semanas são intermináveis, mas eu nem as vejo passar. Só viver... Sobreviver... Devia ser proibido. Qualquer dia não durmo mais.



Escrito por Cy às 17h19
[]


 
  [ ver mensagens anteriores ]  
 
 



Meu perfil
BRASIL, Sul, Mulher, de 20 a 25 anos, Livros, Música, Fotografia e Jornalismo



HISTÓRICO
 01/10/2006 a 31/10/2006
 01/09/2006 a 30/09/2006
 01/08/2006 a 31/08/2006
 01/07/2006 a 31/07/2006
 01/06/2006 a 30/06/2006
 01/05/2006 a 31/05/2006
 01/04/2006 a 30/04/2006
 01/03/2006 a 31/03/2006
 01/02/2006 a 28/02/2006
 01/01/2006 a 31/01/2006
 01/12/2005 a 31/12/2005
 01/11/2005 a 30/11/2005
 01/10/2005 a 31/10/2005
 01/09/2005 a 30/09/2005
 01/08/2005 a 31/08/2005
 01/07/2005 a 31/07/2005
 01/06/2005 a 30/06/2005
 01/05/2005 a 31/05/2005
 01/04/2005 a 30/04/2005
 01/09/2004 a 30/09/2004
 01/08/2004 a 31/08/2004
 01/07/2004 a 31/07/2004
 01/06/2004 a 30/06/2004
 01/05/2004 a 31/05/2004
 01/04/2004 a 30/04/2004
 01/03/2004 a 31/03/2004
 01/02/2004 a 29/02/2004
 01/01/2004 a 31/01/2004



OUTROS SITES
 Andarilho Freak
 Banda Grossa
 Blergs
 Caxola
 Conversas Furtadas
 Darksage
 Depósito do Calvin
 Detonadores
 Doe sangue e me dê seu telefone
 Estúdio Pinel
 Full Time
 F80mm
 Gatos Aquecem (in Paris)
 Greenpeace
 Homem é Tudo Palhaço!
 Leribi
 Lombada (in London)
 Malvados
 MenteSouta
 Mujique
 notirT
 Nova Corja
 Piero´s World
 Poa Rock
 Por que não agora?
 Preto, Pobre e Suburbano
 Reticências
 Rotinas & Histórias
 Sal nas Lesma
 Sarau Elétrico
 Será que é disso que eu necessito?
 Sou um Labrador
 Tirinhas do Garfield
 TPM